Como já havia ocorrido em 2002, 2006 e 2010, em 2016 a Confederação Brasileira de Skate (CBSk) apurou, através de uma pesquisa encomendada ao Datafolha, informações à respeito da presença de skatistas na população brasileira, bem como o perfil do praticantes.

Na última pesquisa, realizada em 2010, o Instituto Datafolha apontava quase 4 milhões de skatistas no Brasil. Passados seis anos, este número praticamente mais do que dobrou.

Veja abaixo o resultado desta nova pesquisa.

DATA FOLHA – CBSk

A CBSk contratou pela quarta vez uma pesquisa junto ao Instituto Datafolha para verificar o desenvolvimento do Skate brasileiro nos últimos anos.

O resultado foi supreendente e o mais otimista skatista não poderia imaginar o quanto o número de gente com skate em casa aumentou ultimamente, comprovando o que se vê nas ruas!

Em porcentagem, o número de domicílios que tem algum praticante de Skate aumentou de 5% em Dezembro de 2009 para 11% em Março de 2015.

Cada um dos 11% de domicílios tem em média 1,18 pessoas que praticam Skate.

Levando em conta que o número de domicílios no Brasil, apurado e divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD de 2013 era de 65.100.000 (sessenta e cinco milhões e cem mil) domicílios permanentes, o número de praticantes de Skate é de aproximadamente 8.449.980 (oito milhões quatrocentos e quarenta e nove mil novecentos e oitenta) pessoas.

Da última pesquisa para cá, o aumento no número de praticantes foi mais de 100%, já que em Dezembro de 2009 eram aproximadamente 3.864.000 praticantes e agora é de aproximadamente 8.450.000.

Vale ressaltar que de 2002 para 2006 o crescimento no número de skatistas foi de 11%.

Já de Julho de 2006 para Dezembro de 2009, o aumento no número de praticantes foi 20%.

O aumento de mais de 100%, apurado de 2009 para 2015, mostra que o número de praticantes de Skate nunca esteve numa ascensão tão expressiva.

Quanto ao sexo, houve um aumento no número de praticantes do sexo Feminino, saindo de 10% em 2009, para 19% em 2015, o que representa aproximadamente 1.600.000 (hum milhão e seiscentas mil) mulheres.

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Pamela Rosa, uma das maiores skatistas da atualidade. A brasileira é um reflexo exato dessa expansão do skateboard em território nacional e da acessão do skate feminino brasileiro. Foto: anapaulanegrao

Quanto à idade, na hora da leitura da pesquisa é preciso se atentar que existe a informação de idade do respondente e do praticante.

A maioria dos praticantes (36%) tem idade entre 11 a 15 anos de idade.

Crianças até 10 anos são 26% deste público.

Adolescentes e jovens entre 16 e 20 anos somam mais 21%, enquanto 17% têm 21 anos ou mais.

A idade média dos praticantes é de 15 anos.

Quanto à classe social, 5% estão na classe A, 39% na classe B, 48% na classe C e 7% nas classes D e E.

A CBSk espera com a publicação desta pesquisa o Skate ganhe mais respeito por parte da sociedade e principalmente do poder público, fornecendo uma importante ferramenta para os agentes de transformação do nosso esporte/estilo de vida possam conquistar mais benefícios para skatistas de todo Brasil.

 

Fonte: Revista Cemporcento Skate

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